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Fórum Econômico de Davos

Neste ano, o tema do encontro é “Repensar, Redesenhar, Reconstruir”. A verdadeira razão para estar em Davos é a chance de fazer contatos importantes.

Postado em 15/06/2010 | 0 Comentário(s) | 3115 Acessos

Alguns dos principais líderes empresariais e políticos mundiais estiveram presentes ao evento. O encontro teve sua primeira edição em 1971, então conhecido pelo nome de Simpósio Europeu de Administração. O fundador do fórum foi Klaus Schwab.

Por que o encontro de Davos é tão popular?

Alguém poderia pensar que é o esqui na neve que atrai algumas das pessoas mais poderosas do mundo às montanhas suíças (embora isso provavelmente ajude).

O que é mais importante que isso, porém, é que há centenas de sessões e mesas redondas cobrindo assuntos que vão desde administração de risco corporativo à luta contra a pobreza, passando por outros temas como as mudanças na sociedade provocadas pelas mídias sociais. Porém a verdadeira razão para estar em Davos é a chance de fazer contatos importantes com mais de 2,5 mil dos principais líderes mundiais em vários setores.

Esta é uma chance de trocar ideias com as pessoas-chave em sua área, de poder sentir as tendências no humor geopolítico mundial e recarregar as baterias do cérebro com novas ideias e informações.

Reunião em Davos

Parece interessante. Posso ir também?

Aqui é que está o problema. A entrada para o evento é só para convidados. As grandes companhias, logicamente, pagam por sua afiliação ao Fórum Econômico Mundial, o que dá a elas o direito de enviar seus presidentes ou principais diretores.

Junto deles estão líderes políticos – presidentes, primeiros-ministros e ministros – de todo o mundo.

O fórum também convida uma pequena porção de empreendedores sociais (que trabalham por causas nobres sem ter como objetivo grandes lucros), pioneiros da tecnologia e ativistas de centrais sindicais ou de organizações como a Anistia Internacional ou a Oxfam. Também há alguns artistas, líderes religiosos e muitos jornalistas de toda parte do mundo.

Cerca de 90 países estarão representados em Davos neste ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria presente, mas devido a problemas de saúde não pode ir onde receberia o prêmio de Estadista Global concedido pela organização do fórum.

Sobre o que eles estarão falando?

O encontro de Davos é sempre um bom barômetro sobre o que está acontecendo no mundo. Há dois anos, o fórum havia sido um bom indicador de que a crise financeira poderia ficar muito pior do que muitos antecipavam.

No ano passado, com o sistema financeiro global ameaçado e o colapso do crescimento econômico mundial, os participantes estavam com um humor sombrio.

Neste ano, o tema do encontro é “Repensar, Redesenhar, Reconstruir”. Se você acreditar na pauta do fórum, o mundo superou o pior da crise financeira e agora é o momento de pensar sobre as reformas – como as companhias são dirigidas, como as instituições financeiras são reguladas e como os problemas globais podem ser atacados.

Apesar de o encontro ainda cumprir com sua imagem de clube dos capitalistas, há também várias vozes críticas convidadas, com lugares proeminentes na agenda do evento.

O principal motor de Davos, porém, serão participantes como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, o fundador da Microsoft, Bill Gates, e o presidente do Google, Eric Schmidt.

Pense em qualquer grande empresa do mundo, tanto de economias industrializadas como de países em desenvolvimento, e são grandes as chances de que elas estarão representadas no evento.

Como os organizadores conseguem atrair toda essa gente?

O fórum é uma criação do professor alemão de administração de empresas Klaus Schwab.

Em 1971 ele resolveu convidar presidentes de companhias europeias para discutir em Davos estratégias de negócios. Ao longo dos anos, o evento foi alargando sua pauta e atraindo convidados mais importantes, o que por sua vez o tornou ainda mais atraente para outros grandes nomes.

O fórum é administrado por uma organização sem fins lucrativos. Cerca de mil grandes empresas do mundo são membros pagantes do fórum.

Uma das temáticas gira em torno do Haiti. O ex presidente dos EUA, Bill Clinton, solicitou união para a reestruturação do país após terremoto de janeiro.

	Ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton em


Fonte:


BBCBrasil

www.bbc.co.uk/portuguese/


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